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sexta-feira, 24 de junho de 2011

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Depois de 48 anos de espera, o Santos volta a ser campeão da Copa Santander Libertadores. Elano, Ganso, Neymar & Cia finalmente conquistam o título para o Peixe depois da era Pelé quando o clube venceu o torneio em 1962 e 1963 e levam o time ao tricampeonato da competição continental. Coincidentemente, o Peixe conquista a terceira estrela sobre o mesmo adversário do seu primeiro título da Libertadores, o Peñarol. Em 1962, o esquadrão santista que tinha Mengálvio, Coutinho, Pelé e Pepe, derrotou os uruguaios em duas, das três partidas finais, e impediu o tricampeonato carbonero, que havia vencido o torneio nos dois anos anteriores 60 e 61. A revanche do Peñarol viria três anos depois, quando os uruguaios eliminaram o Santos na semifinal da competição e puseram fim à sequência de títulos do Peixe. Com a conquista desta quarta-feira, o Alvinegro ultrapassa os compatriotas Cruzeiro, Grêmio e Internacional, cada um com duas taças, e torna-se, ao lado do São Paulo, o time brasileiro a ganhar mais vezes a competição Tricolor venceu em 92, 93 e 2005. Além disso,o título santista diminui a vantagem argentina sobre o Brasil em números de títulos da Libertadores. Os hermanos têm 22 canecos, contra 15 brasileiros. De volta ao mapa A conquista faz com que o Santos reviva a melhor fase de sua história. A taça da Libertadores traz de volta ao santista, tão acostumado nos anos 60 com vitórias fora do Brasil, novamente, a emoção de uma conquista internacional a última havia sido a Copa Conmebol em 98. Agora, o Santos tenta se aproximar mais ainda dá época áurea dos tempos em que Pelé brilhava e vai para o Japão, em dezembro, tentar o tricampeonato mundial. Santos foi campeão da Libertadores em 1962 e 1963 porque era tão bom, tão superior, que conseguiu por meio da técnica superar a violência dos argentinos e uruguaios, além da hostilidade fora de campo. Antes, havia um conceito de que, com agressividade, um time jamais seria vencido. Hoje, a competição é diferente, muito mais técnica e racional. Além disso, a importância do torneio era diferente. Para o Peixe, os títulos representavam prestígio internacional, e, principalmente, aumento no valor da cota para a realização de amistosos. As conquistas santistas de 62 e 63 também fizeram com que os times brasileiros passassem a valorizar mais a Libertadores. Fonte: Lancenet.com.br FICHA TÉCNICA: SANTOS 2 X 1 PEÑAROL (URU) Estádio: Pacaembu, São Paulo (SP) Data/hora: 22/6/2011 - 21h50 Árbitro: Sergio Pezzotta (Fifa-ARG) Auxiliares: Ricardo Casas (ARG) e Hernán Maidana (ARG) Renda/público: R$ 4.266.670 / 37.984 pagantes Cartões amarelos: Neymar, Zé Eduardo (SAN); González, Corujo, Freitas (PEN) GOLS: Neymar, 1'/2ºT (1-0); Danilo, 23'/2ºT (2-0); Durval (contra), 34'/2ºT (2-1) SANTOS: Rafael, Danilo, Edu Dracena, Durval e Léo (Alex Sandro, 22'/2ºT); Adriano, Arouca, Elano e Paulo Henrique Ganso (Pará, aos 41'2ºT); Neymar e Zé Eduardo. Técnico: Muricy Ramalho. PEÑAROL (URU): Sebastián Sosa, Alejandro González (Emiliano Albín, 32'/1ºT e Estoyanoff, aos 33'/2ºT), Carlos Valdez, Guillermo Rodríguez e Darío Rodríguez; Nicolás Freitas, Luis Aguiar, Mathías Corujo, Matías Mier (Urretaviscaya 17'/2ºT), e Alejandro Martinuccio; Juan Manoel Olivera. Técnico: Diego Aguirre.

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